Amizade não é uma profissão, nem é necessária para todos. Eu as vezes também prefiro ficar no computador e com meus livros. Mas isso também só tem graça quando posso repartir, discutir, aprender com uma pessoa. Ainda que esteja fazendo uma troca com alguém, ainda assim, estou pensando em mim! Quando no entanto, eu sento pra escutar uma pessoa, sei que estou ali! Presente, inteira! E que há uma “ terceira presença”, que nos acolhe e acompanha, isso tem ficado tão claro! Não posso resolver o problema pela pessoa, posso só escutar, num primeiro momento e nesta escuta, passar um pouco da ternura de Deus. Mas também isso vai além de mim: nesta escuta, Deus está presente! Mesmo que a pessoa seja ateia ou desiludida. De alguma forma, algo acontece, e isso dá esperança para ela e para mim. Mas é e não é por mim ! É, em parte, porque sou eu, que estou ali, e que depois de um relato mais pesado, fico com dores na alma e o corpo, todo dolorido. Tem seu "preço": é o de se importar. E os meus ouvidos, minha postura corporal, meu intelecto, minha formação, meu humor, minha vida e meu olhar se dirigem ao outro. E eu não consigo fazer isso do nada: sou convidada a percorrer com a pessoa sua história, me faço caminhante e peregrina com ela, e sirvo de apoio naquele trajeto.
E um dia, a caminhada termina e nos despedimos. É comum eu ouvir: você sabe mais a respeito de mim que meu marido, ou mulher ou melhor amigo. E eu me sinto muito honrada, porque sou depositária fiel de algo que é sagrado: a historia de vida daquela pessoa. Que até pode não ter sido realmente assim, mas foi como ela vivenciou e confiou em mim a ponto de me contar.
As despedidas físicas são difíceis quando o compartilhar virou afeto. Mas é um risco que eu corro sempre: sofrer com as separações, porque de alguma forma o apego se deu em mim também. Mas a despedida significa, por outro lado, que aquela pessoa ficou mais "inteira" e pode prosseguir sem a muleta. Isso, quando há despedida, por que alguns fogem dela e do confronto com a realidade do desapego terapêutico. Mas tudo o que teve inicio, deve terminar uma dia, este é o ciclo da vida. É preciso um fechamento do contrato terapêutico para que eventualmente possamos continuar amigos. A trajetória da amizade também é terapêutica, mas é diferente, porque acontece por outras vias.
Te cuida, abraço,
Roseli
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Salmo do dia 22/01/2011 - Curso Capacitação em Emergências
Deus Triúno! Que dia lindo, o de hoje! Que sensação diferente, esta, de trabalhar a dimensão da dor e sair leve por ver gente que se importa! Isso te dá alegria, não é??!! A mim, também, a mim também! Thanks! Roseli
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
CAPACITAÇÃO DE FACILITADORES DE RECUPERAÇÃO EMOCIONAL EM EMERGÊNCIAS E DESASTRES Intervenção psicossocial
Publico Alvo: Profissionais e universitários, pastores, padres, religiosas, líderes
Dia 22 de janeiro, sábado, de 08h40hs às 19hs
Igreja Presbiteriana do Recreio dos Bandeirantes - Rua Ernesto Pinheiro, 30 - Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, RJ
Percurso didático e vivencial
1- Tragédias e complexidade social: resposta abrangente
2- Conceitos e dinâmica de crise coletiva, familiar e individual
3- Modelos de intervenção - socorro emergencial, escuta empática, encorajamento. Aconselhamento de crise.
4- Construindo a resiliência de socorristas e vitimas.
5- Espiritualidade e ética na relação de ajuda
Ministrantes: Ingrid Bayer Costa, [SC] Roseli Kühnrich de Oliveira [RS], Ageu Heringer Lisboa [SP] - Docentes da Eirene, membros do CPPC, terapeutas familiares com histórico de atuação em emergência e desastres.
Inscrição: via email [moisesandriolo@hotmail.com] Envie seu nome, endereços, idade, atividade profissional.
Cada participante trará seu lanche para todo o dia e o depositará numa mesa coletiva. A coordenação do encontro apenas complementará com alguns ingredientes. Solicita-se contribuição voluntária de qualquer valor, a ser entregue no local do encontro.
Certificação pela Faculdade Nazarena do Brasil- Campinas
Coordenação: Ageu Heringer Lisboa, psicólogo, cientista da religião, consultor de ong´s sociais.
Dia 22 de janeiro, sábado, de 08h40hs às 19hs
Igreja Presbiteriana do Recreio dos Bandeirantes - Rua Ernesto Pinheiro, 30 - Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, RJ
Percurso didático e vivencial
1- Tragédias e complexidade social: resposta abrangente
2- Conceitos e dinâmica de crise coletiva, familiar e individual
3- Modelos de intervenção - socorro emergencial, escuta empática, encorajamento. Aconselhamento de crise.
4- Construindo a resiliência de socorristas e vitimas.
5- Espiritualidade e ética na relação de ajuda
Ministrantes: Ingrid Bayer Costa, [SC] Roseli Kühnrich de Oliveira [RS], Ageu Heringer Lisboa [SP] - Docentes da Eirene, membros do CPPC, terapeutas familiares com histórico de atuação em emergência e desastres.
Inscrição: via email [moisesandriolo@hotmail.com] Envie seu nome, endereços, idade, atividade profissional.
Cada participante trará seu lanche para todo o dia e o depositará numa mesa coletiva. A coordenação do encontro apenas complementará com alguns ingredientes. Solicita-se contribuição voluntária de qualquer valor, a ser entregue no local do encontro.
Certificação pela Faculdade Nazarena do Brasil- Campinas
Coordenação: Ageu Heringer Lisboa, psicólogo, cientista da religião, consultor de ong´s sociais.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Suicídio. Tragédia silenciosa
"Estima-se que o número de tentativas de suicídio supere o de mortes em pelo menos dez vezes; é possível evitar uma parcela desses óbitos", escreve Neury José Botega, professor titular do Departamento de Psicologia Médica e psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), representante nacional na Associação Internacional de Prevenção do Suicídio e coordenador da Comissão de Prevenção de Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 06-12-2010.
Eis o artigo.
Diariamente, 25 pessoas põem fim a suas vidas no Brasil. Foram 9.090 suicídios oficialmente registrados em 2008. Para cada óbito, no mínimo cinco ou seis pessoas próximas ao falecido foram profundamente afetadas. O impacto do suicídio na vida das pessoas e da nação é silenciado pela sociedade.
Nos meios de comunicação há orientação, discutível quando adotada em termos absolutos, de não se noticiar suicídio. Silencioso, ele resta à margem das tragédias nacionais. Mas é possível evitar uma parcela dessas mortes.
Numa escala mundial, nosso coeficiente de mortalidade por suicídio é relativamente baixo: 5,4 mortes em cada 100 mil habitantes, ao longo de um ano. Esse índice cresceu 30% nos últimos 25 anos.
O coeficiente é uma média nacional e esconde importantes contrastes. Em algumas cidades, os índices equiparam-se aos de países do Leste Europeu. Ademais, como somos um país populoso, atingimos o décimo lugar mundial em número total de suicídios, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No espectro do comportamento autoagressivo, o suicídio é a ponta de um iceberg. Estima-se que o número de tentativas supere o de mortes em pelo menos dez vezes. Um inquérito populacional elaborado pela OMS e levado a cabo por pesquisadores da Unicamp apurou que, em cada cem habitantes da cidade de Campinas, 17 já haviam pensado seriamente em pôr fim à vida e três efetivamente tentaram o suicídio.
A causa de um suicídio é invariavelmente mais complexa do que um acontecimento recente que salta à vista e que é tomado como explicação rápida para o ocorrido.
A perda do emprego ou o rompimento de um relacionamento amoroso geralmente são os fatores precipitantes. Na maioria das vezes, pessoas que põem fim à vida sofrem de um transtorno mental subjacente (fator predisponente) que aumenta a vulnerabilidade para o suicídio. Depressão e dependência de álcool são os mais frequentes.
Recentemente, nossa sociedade vem-se abrindo para discutir o tema-tabu. O suicídio passou a ser enfrentado na arena da saúde pública. Um exemplo disso é a parceria firmada entre a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e a Rede Globo, a partir da qual inserções de 30 segundos entram na programação da televisão.
Há, hoje, considerável informação a respeito do que, em vários países, deu certo em prevenção.
Exemplo recente foi um estudo realizado em serviços médicos de vários países, entre os quais o Hospital de Clínicas da Unicamp, que acompanhou, desde o atendimento em um pronto-socorro, 1.867 pessoas que tentaram o suicídio.
Metade delas, após sorteio, foi acompanhada por meio de telefonemas periódicos. Após 18 meses, o número de suicídios nesse grupo foi, comparativamente, dez vezes menor. Com os telefonemas, a tentativa de suicídio deixou, assim, de ser um pedaço de história a ser esquecido ou silenciado.
Em agosto de 2006, o Ministério da Saúde publicou as diretrizes que orientariam um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. O plano ainda não saiu. É preciso transformar as diretrizes em ações assistenciais baseadas em evidências científicas, as quais, por sua vez, poderão orientar novas políticas de prevenção e estratégias de atendimento.
Na área da saúde, isso constitui um desejado círculo virtuoso entre política, assistência e pesquisa, que não é simples de ser alcançado.
Eis o artigo.
Diariamente, 25 pessoas põem fim a suas vidas no Brasil. Foram 9.090 suicídios oficialmente registrados em 2008. Para cada óbito, no mínimo cinco ou seis pessoas próximas ao falecido foram profundamente afetadas. O impacto do suicídio na vida das pessoas e da nação é silenciado pela sociedade.
Nos meios de comunicação há orientação, discutível quando adotada em termos absolutos, de não se noticiar suicídio. Silencioso, ele resta à margem das tragédias nacionais. Mas é possível evitar uma parcela dessas mortes.
Numa escala mundial, nosso coeficiente de mortalidade por suicídio é relativamente baixo: 5,4 mortes em cada 100 mil habitantes, ao longo de um ano. Esse índice cresceu 30% nos últimos 25 anos.
O coeficiente é uma média nacional e esconde importantes contrastes. Em algumas cidades, os índices equiparam-se aos de países do Leste Europeu. Ademais, como somos um país populoso, atingimos o décimo lugar mundial em número total de suicídios, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No espectro do comportamento autoagressivo, o suicídio é a ponta de um iceberg. Estima-se que o número de tentativas supere o de mortes em pelo menos dez vezes. Um inquérito populacional elaborado pela OMS e levado a cabo por pesquisadores da Unicamp apurou que, em cada cem habitantes da cidade de Campinas, 17 já haviam pensado seriamente em pôr fim à vida e três efetivamente tentaram o suicídio.
A causa de um suicídio é invariavelmente mais complexa do que um acontecimento recente que salta à vista e que é tomado como explicação rápida para o ocorrido.
A perda do emprego ou o rompimento de um relacionamento amoroso geralmente são os fatores precipitantes. Na maioria das vezes, pessoas que põem fim à vida sofrem de um transtorno mental subjacente (fator predisponente) que aumenta a vulnerabilidade para o suicídio. Depressão e dependência de álcool são os mais frequentes.
Recentemente, nossa sociedade vem-se abrindo para discutir o tema-tabu. O suicídio passou a ser enfrentado na arena da saúde pública. Um exemplo disso é a parceria firmada entre a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e a Rede Globo, a partir da qual inserções de 30 segundos entram na programação da televisão.
Há, hoje, considerável informação a respeito do que, em vários países, deu certo em prevenção.
Exemplo recente foi um estudo realizado em serviços médicos de vários países, entre os quais o Hospital de Clínicas da Unicamp, que acompanhou, desde o atendimento em um pronto-socorro, 1.867 pessoas que tentaram o suicídio.
Metade delas, após sorteio, foi acompanhada por meio de telefonemas periódicos. Após 18 meses, o número de suicídios nesse grupo foi, comparativamente, dez vezes menor. Com os telefonemas, a tentativa de suicídio deixou, assim, de ser um pedaço de história a ser esquecido ou silenciado.
Em agosto de 2006, o Ministério da Saúde publicou as diretrizes que orientariam um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. O plano ainda não saiu. É preciso transformar as diretrizes em ações assistenciais baseadas em evidências científicas, as quais, por sua vez, poderão orientar novas políticas de prevenção e estratégias de atendimento.
Na área da saúde, isso constitui um desejado círculo virtuoso entre política, assistência e pesquisa, que não é simples de ser alcançado.
sábado, 27 de novembro de 2010
Insatisfações
“Nada é bastante para quem
considera pouco o que é suficiente.”
:: Confúcio (Kung-Fu-Tse) ::
122 pares de sapatos
e ela não encontrava um que
servisse para aquela festa.
20 ternos e ele estava
achando todos um lixo.
Geladeira cheia e o menino
batia a porta por não encontrar
uma coisa gostosa.
Calmante forte,
com tarja preta e receita,
mas eles não
conseguiam dormir.
Carro do ano na garagem,
mas não sabiam
para onde ir.
Casa de luxo na praia,
mas estava fechada a
mais de meses…
Celular último tipo…
DVD, Karaokê, Notebook,
Câmera digital,
Vídeo Game In Box,
jogos de última geração,
e muita,
muita insatisfação.
Estamos nos armando de
tudo o que é tipo de tranqueira
material para suprir o vazio
que nada preenche.
Vamos ao supermercado
esperando encontrar felicidade
nas prateleiras,
mas voltamos frustrados,
com o carro cheio e
a alma vazia.
Nunca o homem teve
tanto acesso a Deus e nunca
ficou tão distante como agora,
tantos templos,
tantas religiões,
tantas definições e ideologias,
e mesmo assim,
o homem se afasta cada
vez mais do seu Criador.
Por isso a carência afetiva,
as doenças nervosas,
a violência que se espalha,
o consumismo que gera as
diferenças sociais tão brutais.
E nada sacia o homem,
quanto mais ele acumula,
quanto mais possui,
mais vazio vai se tornando.
Aproveite seu dia,
busque encontrar Deus
pelo caminho,
na pessoa que sentou-se
ao seu lado no ônibus,
no vizinho que você não
cumprimenta já faz tempo,
no animal abandonado e
que você quase atropela,
na árvore que seca bem
em frente á sua casa,
no cidadão deitado no
banco da praça,
no filho que se embriaga
e você nem vê,
na filha que sofre a desilusão
do primeiro amor e
você não sabe.
Quantos gritam onde está Deus?
Cegos pelo orgulho que
não permite ver que Ele
nunca se ausentou,
sempre esteve na sua vida,
no seu dia,
na sua família,
mas nunca foi chamado,
a não ser nas desgraças e
nos momentos de dor
e sofrimento.
Você convidou Jesus para
almoçar com você hoje?
No dia do seu casamento
você mandouo primeiro
convite para Ele?
Na sua formatura Ele
estava presente?
Hoje ao levantar-se
você falou com Ele?
Você contou do seu amor,
da sua alegria no trabalho?
Você quer saber onde está Deus?
Olhe para a sua vida,
como você trata os seus,
olhe para a sua casa,
reveja suas atitudes diárias.
Os atos falam mais do que
as palavras e tudo
o que fazemos,
são às verdadeiras orações
que levamos até Ele.
Por isso,
antes de fazer sua
oração repetida,
velha e cansada da
mesma ladainha,
coloque um “fogo novo”
na sua vida:
convide Jesus para
participar de todos os
seus momentos,
e assim,
você será preenchido,
saciado,
envolvido pelo amor que
nunca acaba,
pela água que sacia
a tua sede,
e então,
mesmo com muito pouco,
será plenamente feliz,
porque Ele veio para
que todos tenham vida,
e a tenham com
abundância.
Paulo Roberto Gaefke
/
considera pouco o que é suficiente.”
:: Confúcio (Kung-Fu-Tse) ::
122 pares de sapatos
e ela não encontrava um que
servisse para aquela festa.
20 ternos e ele estava
achando todos um lixo.
Geladeira cheia e o menino
batia a porta por não encontrar
uma coisa gostosa.
Calmante forte,
com tarja preta e receita,
mas eles não
conseguiam dormir.
Carro do ano na garagem,
mas não sabiam
para onde ir.
Casa de luxo na praia,
mas estava fechada a
mais de meses…
Celular último tipo…
DVD, Karaokê, Notebook,
Câmera digital,
Vídeo Game In Box,
jogos de última geração,
e muita,
muita insatisfação.
Estamos nos armando de
tudo o que é tipo de tranqueira
material para suprir o vazio
que nada preenche.
Vamos ao supermercado
esperando encontrar felicidade
nas prateleiras,
mas voltamos frustrados,
com o carro cheio e
a alma vazia.
Nunca o homem teve
tanto acesso a Deus e nunca
ficou tão distante como agora,
tantos templos,
tantas religiões,
tantas definições e ideologias,
e mesmo assim,
o homem se afasta cada
vez mais do seu Criador.
Por isso a carência afetiva,
as doenças nervosas,
a violência que se espalha,
o consumismo que gera as
diferenças sociais tão brutais.
E nada sacia o homem,
quanto mais ele acumula,
quanto mais possui,
mais vazio vai se tornando.
Aproveite seu dia,
busque encontrar Deus
pelo caminho,
na pessoa que sentou-se
ao seu lado no ônibus,
no vizinho que você não
cumprimenta já faz tempo,
no animal abandonado e
que você quase atropela,
na árvore que seca bem
em frente á sua casa,
no cidadão deitado no
banco da praça,
no filho que se embriaga
e você nem vê,
na filha que sofre a desilusão
do primeiro amor e
você não sabe.
Quantos gritam onde está Deus?
Cegos pelo orgulho que
não permite ver que Ele
nunca se ausentou,
sempre esteve na sua vida,
no seu dia,
na sua família,
mas nunca foi chamado,
a não ser nas desgraças e
nos momentos de dor
e sofrimento.
Você convidou Jesus para
almoçar com você hoje?
No dia do seu casamento
você mandouo primeiro
convite para Ele?
Na sua formatura Ele
estava presente?
Hoje ao levantar-se
você falou com Ele?
Você contou do seu amor,
da sua alegria no trabalho?
Você quer saber onde está Deus?
Olhe para a sua vida,
como você trata os seus,
olhe para a sua casa,
reveja suas atitudes diárias.
Os atos falam mais do que
as palavras e tudo
o que fazemos,
são às verdadeiras orações
que levamos até Ele.
Por isso,
antes de fazer sua
oração repetida,
velha e cansada da
mesma ladainha,
coloque um “fogo novo”
na sua vida:
convide Jesus para
participar de todos os
seus momentos,
e assim,
você será preenchido,
saciado,
envolvido pelo amor que
nunca acaba,
pela água que sacia
a tua sede,
e então,
mesmo com muito pouco,
será plenamente feliz,
porque Ele veio para
que todos tenham vida,
e a tenham com
abundância.
Paulo Roberto Gaefke
/
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
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